O ex-deputado Pedro Cunha Lima inicia nesta segunda, 28, um novo ciclo de vida partidária. Vai assumir de fato, e com ato público, o comando do PSD paraibano, alçado que foi pelas mãos do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.
Que, certamente, não viajará de São Paulo para João Pessoa apenas para fazer a foto do ato, previsto para 11h. E voltar sem cravar a bandeira do partido na cena política paraibana. Pedro vai sair do ato como candidato do PSD ao governo em 2026, forçando os partidos da oposição, os de hoje e os que poderão vir, a tratar com a legenda a partir da consciência da candidatura dele.
E, se analisar um pouquinho o cenário, Pedro vai compreender que é hora de colocar o bloco na rua para que, lá na frente, seu nome seja, permita-me o neologismo, “intirável”. Até porque, pelos estranhos movimentos dos últimos tempos, ele não estará sozinho com as opções da oposição. Os próprios líderes governistas compreendem que ele é um dos nomes mais competitivos. Pesquisas que circulam de um lado para o outro também sinalizam neste sentido.
O empurrão de Kassab poderá ser, portanto, mais decisivo do que se imagina.
Uma resposta
Vai ser Pedro contra Hugo Motta, escreva para cobrar na época certa.