Tá com pena de André? E Queiroga que não tem apoio de nenhum dos 23 prefeitos de Efraim

O deputado estadual, André Gadelha (MDB), e o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (PL), ambos pré-candidatos ao Senado da República, já podem abrir juntos um comitê dos excluídos em se tratando de apoio de prefeitos.

Se André Gadelha anda chorando porque prefeitos que votam em Veneziano Vital do Rego (MDB) e em Cícero Lucena (MDB) tem escolhido outro candidato ao Senado que não ele mesmo, imagine a situação de Queiroga, que não viu nenhum dos 23 prefeitos que estão com seu pré-candidato ao governo, Efraim Filho (PL), anunciar voto em sua candidatura.

No caso dos prefeitos de Efraim, todos eles votam em Veneziano, Nabor Wanderley (Republicanos) ou João Azevedo (PSB). Pelo cenário atual, 19 votam em Veneziano e Nabor Wanderley, três em Veneziano e João Azevedo (PSB) e um, que é do de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, vota no cabeludo e já andou se encontrando com o ex-prefeito de Patos.

Obviamente que Queiroga não faz essa conta porque sustenta sua candidatura muito mais pela questão ideológica e menos por essa costura com prefeitos, fincando suas bases entre os fiéis eleitores da direita, independentemente de apoios de lideranças políticas municipais. O médico sabe que ele é uma das poucas receitas na pratileira para satisfazer os anseios do eleitor mais bolsonarista. E, por causa disso, não se dói com o abandono dos prefeitos aliados de Efraim.

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