Já registrei neste blog minha solidariedade a Pedro Cunha Lima pela forma com a qual foi tratado por lideranças da própria família a respeito de sua pretensão em disputar o governo da Paraíba. Especialmente quando Efraim Filho e Cícero Lucena se colocaram como candidatos na ala da oposição, sem perguntar, antecipadamente, a Pedro o que ele achava disso.
Todos eles, portanto, subscreveram, de alguma forma, a carta de desistência que o ex-deputado, detentor de mais de um milhão de votos nas eleições de 2022, verbalizou nesta terça, 9, sem muitas surpresas para ninguém.
Pedro somente oficializou aquilo que outros fizeram por ele próprio ao ejetarem-no da campanha para o Palácio da Redenção no próximo ano.
Só faltava mesmo assinar. E Pedro fez isso hoje. E assinou com a digital porque nem caneta tinha. E, se tinha, faltou-lhe a tinta.