Michelle supõe inferno ‘para minoria’, Trump garante para todos

Vejo as notícias que o Estados Unidos estão negociando com todos os países para amenizar as taxas sobre as exportações, desde a União Européia até a China. Menos com o Brasil, apesar de tantos interlocutores enviados para missão, confirmando que a motivação por aqui tem sim o ingrediente político, conforme o próprio Donald Trump registrou em carta.

Ou seja, o agro, a indústria, diversos setores da economia no Brasil, vão sofrer prejuízos bilionários a partir de sexta-feira porque Bolsonaro não pode responder pelo crime de golpe de estado. Como se o pecado de um só homem servisse para punir um país inteiro.

Em solo norte-americano, Eduardo Bolsonaro chega a celebrar que assim seja. Em solo paraibano, neste final de semana, Michelle Bolsonaro fala que “uma minoria vai para o inferno porque o inferno foi feito para essa minoria”, enquanto falava sobre livre arbítrio e sobre o que seu marido representa.

Misturas lamentáveis que empurram o Brasil num purgatório internacional. No qual, Trump faz questão de ser reconhecido pelas maldades que pratica. E ainda é celebrado por quem está cozinhando na agua quente do caldeirão.

Agosto, portanto, vai começar com a aplicação do tarifaço e a instituição do inferno prometido por Trump para quem tratar mal o Messias.

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