A incrível história do procurador de CG que foi afastado sem nunca ter sido nomeado

Este é Aécio Melo, bacharel em Direito e ex-quase-procurador da prefeitura de Campina Grande. Dono de uma história que é a tradução exata da gestão Bruno Cunha Lima.
Ele foi procurador geral do município até dezembro de 2024. Reeleito, Bruno exonerou em janeiro de 2025 todos os secretários, incluindo Aécio, e não colocou de novo.
Porém, pediu que ele continuasse respondendo pelo mesmo cargo. Mas sem estar nomeado. Pode isso, Arnaldo ? No fantástico mundo de Bruno, pode. E foi assim que Aécio passou esse tempo todo. Respondendo como procurador geral sem ser, de direito, o procurador geral do município, recebendo salário numa modalidade chamada de "indenização", dando entrevistas como procurador geral e respondendo pelo cargo como se realmente fosse.
Um ano e meio se passou e o próprio "procurador fantasia" da PMCG, tentava despachar com Bruno assuntos importantes da prefeitura. E não conseguia. Até que aceitou recentemente convite para tomar café da manhã com o ex-prefeito Enivaldo Ribeiro, avô do governador Lucas Ribeiro, para tratar de assuntos relacionado à permuta de procuradores entre Estado e município.
Foi fotografado com o avô de Lucas e, de repente, recebeu uma mensagem do prefeito Bruno naquele estilo "preciso falar com você".
Aécio, que queria há um ano e meio "falar com Bruno", aproveitou para dar uma resposta bem realista ao menino Bruno. Que parece ter se chateado e tirou o nome de Aécio do sistema de pagamento da prefeitura.
Ao que parece, ele foi afastado de um cargo que não era dele. Ou coisa parecida. Algo difícil de explicar. Igual a própria gestão de Bruno Cunha Lima.



